Depois de conhecer meus medos, conheci todas as minhas coragens.
Independente de outros.
De acontecimentos, do tempo.
Do que chega, ou não.
Do que compreende, ou não.
Em cada batida do seu coração, o seu estado natural é ser felicidade.
Fui muitas no decorrer da vida.
E são nestas horas em que paro, que o tempo passa devagar que me pego analisando estas muitas mulheres que se somam a que sou hoje.
Assertivas ou não.
Carinhosas ou não.
Práticas ou sensíveis.
Todas elas são o que sou.
Todas foram em busca de amadurecimento, de uma versão melhor, em busca de pessoas melhores para compartilhar a caminhada.
Penso nas pessoas que me ajudaram nesta construção.
Todas sem exceções me ajudaram muito, mesmo sem saber.
Para algumas eu falei, para outras eu deixei subentendido, para outras passou o momento de dizer…
Mas vivi.
Vivo.
Estou vivendo.
Quem quiser acompanhar que venha, quem não quiser, estou indo.
Há muita força no que sou. E também muita fragilidade. E então, vira e mexe, cai uma lágrima sentida. Os olhos embaçam e as lágrimas cae...