novembro 05, 2012
Reciprocidade
Dou na medida em que recebo.
E se recebo, como me dôo...
Na busca do equilíbrio perfeito, a fórmula me parece exata.
Se não recebo, esqueço.
Prefiro acreditar que nada pode ser forçado ou cobrado.
A magia não aceita poréns, pausas e talvez.
E se recebo, como me dôo...
Na busca do equilíbrio perfeito, a fórmula me parece exata.
Se não recebo, esqueço.
Prefiro acreditar que nada pode ser forçado ou cobrado.
A magia não aceita poréns, pausas e talvez.
Sem parar
E a grande questão não é me conhecer, tenho tempo o suficiente para isso.
Mas entender o que se passa lá dentro...
O porque destes maremotos, quando anseio por um lago tranquilo.
Eu poderia também sentir menos, mas isto significaria viver menos?
Fico me perguntando se isto um dia terá fim, já me responderam que não, tenho um espírito inquieto que não sossega nas buscas e nas conquistas.
E segue, e vai adiante, sem querer descansar...
Mas entender o que se passa lá dentro...
O porque destes maremotos, quando anseio por um lago tranquilo.
Eu poderia também sentir menos, mas isto significaria viver menos?
Fico me perguntando se isto um dia terá fim, já me responderam que não, tenho um espírito inquieto que não sossega nas buscas e nas conquistas.
E segue, e vai adiante, sem querer descansar...
novembro 04, 2012
vinho ou espumante
Joguei longe o copo de veneno.
Pode me trazer uma taça de vinho tinto seco ou de espumante...
Pode me trazer uma taça de vinho tinto seco ou de espumante...
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Sem pretensão de mudar o mundo
Voltei a pensar. Com tempo de sobra, penso. Estive anestesiada. Mas agora, voltei a pensar, indagar… Voltei a buscar conversas inteligentes...