Nada é tão delicado e sutil quanto amar de olhos fechados.
Confiar.
Principalmente em nós mesmos. Nas nossas boas e verdadeiras intenções.
Andar de olhos fechados.
Apreciar a paisagem interna.
Voar de olhos fechados e só sentir a brisa no rosto.
Voltei a pensar. Com tempo de sobra, penso. Estive anestesiada. Mas agora, voltei a pensar, indagar… Voltei a buscar conversas inteligentes...
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