Nada é tão delicado e sutil quanto amar de olhos fechados.
Confiar.
Principalmente em nós mesmos. Nas nossas boas e verdadeiras intenções.
Andar de olhos fechados.
Apreciar a paisagem interna.
Voar de olhos fechados e só sentir a brisa no rosto.
Há muita força no que sou. E também muita fragilidade. E então, vira e mexe, cai uma lágrima sentida. Os olhos embaçam e as lágrimas cae...
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