Há muita força no que sou.
E também muita fragilidade.
E então, vira e mexe, cai uma lágrima sentida.
Os olhos embaçam e as lágrimas caem, uma a uma, lentas, leves e escorrem borrando a maquiagem.
É fim de um dia.
É noite adentro que as vezes sigo pensando e remoendo algumas situações que durante o dia não consegui pensar.
É no meu canto, no meu refúgio que me sinto protegida do mundo.
E é no abraço que me dou, no colo da minha consciência, nas entrelinhas de uma sensibilidade profunda, que me fecho, que descanso e me preparo novamente para um novo dia.