Controlar a racionalidade que existe dentro de mim.
Falar mais sobre as coisas boas.
Ver o lado bom e deixar a crítica de lado.
Entender o que é meu e o que é dos outros.
São sempre, desafios diários.
Controlar a racionalidade que existe dentro de mim.
Falar mais sobre as coisas boas.
Ver o lado bom e deixar a crítica de lado.
Entender o que é meu e o que é dos outros.
São sempre, desafios diários.
Há muita força no que sou.
E também muita fragilidade.
E então, vira e mexe, cai uma lágrima sentida.
Os olhos embaçam e as lágrimas caem, uma a uma, lentas, leves e escorrem borrando a maquiagem.
É fim de um dia.
É noite adentro que as vezes sigo pensando e remoendo algumas situações que durante o dia não consegui pensar.
É no meu canto, no meu refúgio que me sinto protegida do mundo.
E é no abraço que me dou, no colo da minha consciência, nas entrelinhas de uma sensibilidade profunda, que me fecho, que descanso e me preparo novamente para um novo dia.
Uma das poucas certezas que tenho nesta vida é que eu quero paz.
Quero viver em paz.
Quero estar com pessoas que me tragam essa paz que tanto valorizo.
Quero viver essa paz.
Embora, muitas vezes eu não saiba cultivar essa paz dentro de mim.
Controlar a racionalidade que existe dentro de mim. Falar mais sobre as coisas boas. Ver o lado bom e deixar a crítica de lado. Entender...