Me abro para as páginas em branco de uma história que só eu posso escrever.
Me abro para o novo, para que o novo me traga tudo que o passado não foi capaz de me dar.
Aceito, acolho e ressignifico.
Rumo à um ciclo repleto de amor, luz e prosperidade.
Há muita força no que sou. E também muita fragilidade. E então, vira e mexe, cai uma lágrima sentida. Os olhos embaçam e as lágrimas cae...
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