Lembrei agora de uma obra de Adriana Varejão em Inhotim, acho que sonhei com isso...
Aquele "rio sem discurso"...
A forma do azulejo " está sempre a quebrar em pedaços..."
Nenhum ponto de vista é o final.
Histórias "implícitas e não contadas"...
As carnes que saem das paredes não são "carnes tranquilas..."
As carnes e os mares, a carnalidade e viceralidade.
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Com o tempo fui me cobrindo de proteção. Uma vez que o seu coração tenha sido machucado, nunca mais ele será o mesmo.
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