Que nome dou a estes sentimentos?
Espera, descobertas, sabores, fugas, cheiros, pressa...
Nada mais me abala, nem me faz triste.
Sigo.
Não páro, nem posso.
Não sinto pesar, entendo.
Hoje sei que tudo tem seu próprio tempo e ritmo.
Sigo o meu.
Há muita força no que sou. E também muita fragilidade. E então, vira e mexe, cai uma lágrima sentida. Os olhos embaçam e as lágrimas cae...
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