Vou.
Sem distrações.
Ainda arrisco vez ou outra ser mais eu.
Mas não há mais necessidade para tanto.
Descobri o prazer de simplesmente não ser o centro de tudo e de todas as atenções.
Há muita força no que sou. E também muita fragilidade. E então, vira e mexe, cai uma lágrima sentida. Os olhos embaçam e as lágrimas cae...
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