Luto contra o sono.
Isso já não é de hoje, mas tem se agravado.
Quero viver.
Quero os silêncios das madrugadas.
Quero me ouvir um pouco.
Eu gosto do que eu ouço quando a cidade silencia.
Há muita força no que sou. E também muita fragilidade. E então, vira e mexe, cai uma lágrima sentida. Os olhos embaçam e as lágrimas cae...
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