As coisas não são minhas.
Emprestaram- me.
Não quero o peso do pertencimento.
Cultivo a liberdade do ir e vir.
“Mas é só quando você quer?”
É apenas quando me sinto confortável.
Há muita força no que sou. E também muita fragilidade. E então, vira e mexe, cai uma lágrima sentida. Os olhos embaçam e as lágrimas cae...
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