Eu gosto do silêncio das madrugadas.
Insônia já me assustou muito...
Hoje, eu não durmo por receio de deixar de viver, e isso sim me assusta.
As madrugadas, não mais.
Há muita força no que sou. E também muita fragilidade. E então, vira e mexe, cai uma lágrima sentida. Os olhos embaçam e as lágrimas cae...
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