Eu vivia me equilibrando entre os extremos.
O oito e oitenta, o doce e o salgado, o frio e o quente, o certo e o errado.
Obrigada por me ensinar que entre o sim e o não existe o: “pode ser”, “talvez”, “quem sabe”...
Há muita força no que sou. E também muita fragilidade. E então, vira e mexe, cai uma lágrima sentida. Os olhos embaçam e as lágrimas cae...
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