Quero mergulhar.
De cabeça e sem roupa.
Quero olhar a imensidão de água, horizonte e azul.
Um dia de sol, eu, você e mais nada.
Pele corada, vento no rosto, da vida não quero mais nada, pelo menos, por hora.
Há muita força no que sou. E também muita fragilidade. E então, vira e mexe, cai uma lágrima sentida. Os olhos embaçam e as lágrimas cae...
Quanto mais elaboradamente pensamos, com mais ardor desejamos o simples.
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