junho 24, 2020

E a gente morre um pouco a cada dia para as coisas que são necessárias.

Recado para o cara lá de cima

Eu não posso pedir nada, não tenho esse direito.

Eu só posso agradecer.

Tudo que tenho e recebo vem na medida exata para minha evolução!


Black out total.

Cortina com aroma.

Uma fresta de luz.

Luzes.

As luzes da cidade.

Os sons.

Lençóis novos.

Toalhas felpudas.

Banho quente, bem quente.

Sabonete perfumado.

Hidratante.

Barulho de secador.

Aroma de café.

Perfume.

Calcinha.

Soutien.

Meia calça.

Roupa preta.

Realização.

Reconhecimento.

Paciência.

Números.

Sonhos.

Comida boa.

Bebida a altura.

Chocolate Godiva.

Banho, bem quente.

Hidratante, muito hidratante.

Um livro.

Leitura.

Risos.

Água. 

Aroma de lavanda.

Lençóis perfumados.

Black out total.

A vida. 

Paz.

Boas palavras.

E amanhã terá sol de novo.






Entre o que tira e o que traz, a vida sabe(mesmo) o que faz.

junho 23, 2020

Almas bonitas fazem a diferença no nosso dia e na nossa vida.

Sobre amor

Para falar de amor antes de tudo, seja amor.

O amor é leve, é grandioso, é puro...

Amor não é coisa que se afina com todo mundo não.

O amor não é barulhento. Amor é silêncio sem ser incômodo.

Amor é conforto. É não se sentir nem grande e nem pequeno, mas do seu próprio tamanho.

O amor é não ter a necessidade de ostentar nada além de uma alma limpa e generosa.

O amor é simples.

O amor é mais alto grau de consciência, verdade e solidez.

Todo o resto pode ser tudo, menos amor.

Nada é por acaso

Os acasos nunca foram por acaso.

Porém, para perceber as entrelinhas sem qualquer julgamento, você precisa estar conectado a algo maior e mais consistente que somente beleza, corpos e um sorriso.

São poucos os que nos vêem. São poucos os que nos ouvem. São bem poucos os que estão no mesmo momento.

E a gente reconhece os semelhantes no ritmo, não se tem pressa pois não há ansiedade.

Não há pressão porque as coisas são claras.

Não há expectativa porque existe responsabilidade afetiva.

Não há desconfiança porque não há brechas para devaneios.

Não há necessidade de jogar, de se sobrepor, porque a gente sabe onde tudo isso dá. 

As fragilidades são expostas sem medo, pois não há receio de se dizer como as coisas funcionam ou não.

Somos o que somos e quem somos.

Quer coisa mais linda que isso? 


 Há muita força no que sou.  E também muita fragilidade.  E então, vira e mexe, cai uma lágrima sentida.  Os olhos embaçam e as lágrimas cae...