Me apego bonito, porque não sei fazer nada diferente disto.
Antes, me desapegava de uma vez, e sofria como só eu sei como é.
Agora me desapego aos poucos que é para não doer, e no fim sempre me convenço que foi culpa do destino.
Há muita força no que sou. E também muita fragilidade. E então, vira e mexe, cai uma lágrima sentida. Os olhos embaçam e as lágrimas cae...