Nos espaços, nos passos, nos atrasos.
Tempo não tem mais importância, quero a profundidade, a empatia, o ser...
Viver tornou-se sereno, a pressa é de aprender.
Não tenho mais medo de nada, a única coisa que temo é não me surpreender.
Há muita força no que sou. E também muita fragilidade. E então, vira e mexe, cai uma lágrima sentida. Os olhos embaçam e as lágrimas cae...